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— Vai doer, sua puta— avisei, alinhando a ponta latejante contra seu ânus já inchado. — Mas você vai adorar. E então empurrei. Maria gritou. Não foi um gemido, não foi um suspiro—foi um urro animal, rasgado, enquanto seus músculos lutavam contra a invasão brutal. Eu não parei. Com uma mão ainda enroscada em seu cabelo e a outra cravada em seu quadril, eu a segurei no lugar enquanto meu pau afundava centímetro por centímetro, esticando-a até as lágrimas escorrerem pelo seu rosto. A cama rangia como se fosse desmontar, as molas gemendo em protesto enquanto eu batia nela com força, meu quadril colidindo contra sua bunda com um smack molhado a cada estocada. Seu cu queimava em volta do meu pau, tão apertado que doía, mas era aquela dor boa, aquela que fazia meu saco doer de tesão.
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